sábado, 17 de novembro de 2007

REFLEXOES SOBRE PARIS






1- A ESCOLHA




Dessa vez Cristiane e eu, decidimos fazer uma viajem sem usar hotel.Iriamos alugar um apartamento e poder acordar a hora que bem entendessemos,fazer nosso proprio cafe da manha,sair quando quiser e comer sem horario.Desfrutar e entender melhor a cidade e a vida de nossos vizinhos.A cidade seria Paris.Querer morar em Paris e provincianismo internacional agravado pela falta de imaginacao. Nada mais antigo do que morar em Paris.As coisas estao acontecendo em Los Angeles, em Milao,nos Tigres asiaticos e na China.Paris e do tempo em que as pessoas achavam que ser livre era nao tomar banho e deixar a barba crescer.Bastava voce sentar num cafe da "rive gauche" e imediatamente passavam o Sartre e a Simone de Beavoir discutindo filosofia e as vezes golpeando-se com suas baguetes.Paris era onde voce podia viver num quarto piso sem elevador e sem banheiro, e ser feliz.Nos queriamos experimentar um pouco da atmosfera do"fin de siecle" parisiense, ainda que ele ja nao seja o mesmo.Prazeres retardatarios tem seus prazeres.Comecamos entao a procurar pela internet o apartamento e o bairro mais comodo aos nossos propositos.Decidimos ficar dessa vez na rive Droite num apartamento com um quarto e cozinha bem aparelhada, com preco razoavel.Encontramos nosso Ape no 3 arrodissement,planta baixa, com janelas voltadas para um patio interno privado e silencioso.

2 comentários:

Anônimo disse...

Vcs deveriam fazer um programa no canal GNT sobre viagens,comidas e bebidas!rsrsrs!Vcs realmente sabem o que é bom!!!!!!!!!bjs da filha que te ama!

Kátia Rocha Roslindo Altmann disse...

Parabéns, Cris e Amaro!!!
Isto que fazem não é pra qualquer um, mesmo. É apenas reservado aos que têm e sabem! E, então . . .
vocês podem!!!
Show de bem-viver!
Apreciei muito as fotos e as resenhas anexadas. Adorei acompanhar, através do blog, parte da aventura de vocês. Desejo que façam outras muitas, mais belas ainda(se é que é possível) e que compartilhem com os mortais aqui da terra, sempre.
Beijo da Kátia.